REAL MADRID LEVA A SUPERCOPA ESPANHOLA

Os campeões

Nada mau para quem começou a temporada com duas derrotas e um empate em três partidas. O Real Madrid responde à pressão precoce do início da temporada e fatura a Supercopa Espanhola ao bater o arquirrival Barcelona por 2×1 no Estádio Santiago Bernabéu, após derrota na primeira perna da decisão em Barcelona (3×2). Com o placar agregado em 4×4, a decisão veio graças ao maior número de gols marcados pelo Madrid fora de casa.

Falando em gols marcados, pesou na decisão o segundo gol merengue marcado por Angel di María graças a falha do goleiro Victor Valdez na partida de Barcelona.

O Madrid precisava dar uma resposta positiva depois do terrível início de temporada oficial. Tratou de fazê-lo e executou o trabalho com perfeição.

Para o Barcelona, os problemas começariam cedo, mais que o esperado. Durante o processo de aquecimento de praxe do pré-jogo, Daniel Alves sentiu dores e foi vetado para a partida. Tito Vilanova teve que armar a equipe de última hora com Jordí Alba na esquerda e Adriano deslocado para a direita.

No Real Madrid, o luso-brasileiro Pepe estava de volta ao time.

O 1º tempo foi uma verdadeira blitz do time de José Mourinho sobre os visitantes. Ao contrário da partida de ida em Barcelona, o Madrid apresentava-se motivado, ligado e determinado a inverter o placar agregado adverso.

O resultado não demoraria a aparecer.

Logo no início, Javier Mascherano falharia e permitiria a conclusão a gol de Gonzalo Higuaín. A cena repetir-se-ia aos 11 minutos de jogo e Higuaín não perderia a nova oportunidade. Gol do Real Madrid.

Gonzalo Higuaín

A defesa catalã estava perdida e, para piorar, o time de Tito Vilanova não conseguia impor seu ritmo de toques rápidos, envolventes e precisos.

Antes dos 20 minutos, o segundo gol do Real Madrid com Cristiano Ronaldo que recebeu lançamento, encobriu Gerard Piqué, avançou e teve calma para escolher onde bater. Valdez ainda tentou a defesa, mas sem sucesso. 2×0 no placar.

Para piorar o que estava difícil, Adriano seria expulso na metade da 1ª parte por derrubar Cristiano Ronaldo. De quebra, para a sorte do Barcelona, Pepe teve gol anulado após cabeceio. Lance duvidoso que deu sobrevida ao Barça.

Sobrevida que tornar-se-ia esperança concreta de reação com o belo gol de falta marcado por Lionel Messi ao apagar das luzes do 1º tempo.

Messi faz gol de falta

Na 2ª etapa, o Barcelona conseguiria melhorar seu jogo, mesmo com dez jogadores, a ponto de empurrar o Real Madrid para seu campo. Os anfitriões seriam perigosos nos contra-ataques.

Tito Vilanova ainda promoveria a estreia de Alex Song (no lugar de Sergio Busquets). O mesmo faria José Mourinho com Luka Modric (saindo Mesut Özil).

No final, O Madrid seguraria os 2×1 e conquistaria sua Supercopa sobre o maior rival.

O Barcelona assistia a premiação do time do local seguramente lamentando e, apesar do fator expulsão de Adriano, questionando a respeito do quê não teria funcionado na engrenagem quase sempre perfeita da equipe.

Estaria já fazendo falta a presença de Josep Guardiola na equipe?


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