
Depois de algum tempo estou aqui de volta pra anunciar os grupos da competição mais saborosa do futebol mundial!
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Chulipa Champions – Barcelona, o resgate do verdadeiro futebol!

La Mano de Dios – O $uce$$o da Liga dos Campeões
La Mano de Dios – O ataque incansável contra a defesa inabalável
O ataque incansável contra a defesa inabalável
Parece nome de filme chinês de kung-fu, mas foi isso que nós vimos no jogo de quarta-feira entre Chelsea e Barcelona, válido pelas semi-finais da Liga dos Campeões.
O Barça mais uma vez honrou sua vocação ofensiva e entrou em Stamford Bridge disposto a liquidar a fatura que não foi resolvida no jogo anterior. Porém, era um time meio capenga, sem Henry, Puyol (ou Rafa Marquez) e com Iniesta deslocado do meio, jogando em posição mais avançada. Foi um Barça um tanto diferente daquele que estamos acostumados a ver, com três atacantes e um meio-campo muito ofensivo. E essa diferença fez a diferença, se é que vocês me entendem.
Dessa forma, o Chelsea, jogando em casa, tinha maior domínio do jogo (embora sem a posse de bola) e segurava a bronca do ataque do Barcelona, com um Messi bem anulado na direita e um Eto’o pouco eficiente pela esquerda. E foi então que aos 9 minutos do primeiro tempo, num rebote de um lançamento de Lampard rebatido pela defesa espanhola, Essien meteu um canudo da entrada da área, um chute espetacular que entrou na gaveta do gol do Barça. Indefensável.
Com o 1×0, restou ao Chelsea se fechar e jogar nos contra-ataques, coisa que o time londrino sabe fazer bem. E justamente nos contra-ataques tivemos os dois lances polêmicos da partida envolvendo Drogba, uma vez travado por Touré e outra puxado por Abidal, ambos dentro da área. Lances dificílimos, mas pênaltis claros nas câmeras de TV.
O placar seguia inalterado e o Chelsea já começava a pensar no adversário da final quando, aos 48 minutos do segundo tempo, Iniesta manda um petardo de fora da área, deixando Cech caçando borboletas. Era o gol da classificação. Choro e emoção em Stamford Bridge. E a defesa do Chelsea, no único vacilo que deu na partida, viu sua viagem a Roma cancelada.
Ao som de Quinteto Montelirio – Tom Jazz. Grupo espanhol, de Antoliano Toldos. Você conhece? Eu também não conhecia, até dar uma passadinha na Galeria Nova Barão e pegar essa bolacha na Tuca Discos. Pedrada!
Rapidinhas: o Barça pega o Manchester United na final. Time por time, os espanhóis são melhores. Mas o Manchester conta com Cristiano Ronaldo e é uma equipe muito mais organizada. Se fosse à dinheiro, apostaria no Barça, mas sem muita convicção.
La Mano de Dios – Foi fácil
O Arsenal até deu a impressão de que poderia virar o jogo e, contra todas as expectativas, tirar o Manchester United da final da Liga dos Campeões. Isso nos primeiros dez minutos de jogo.
Foi quando o jovem lateral esquerdo Gibbs, após uma escorregada digna d’ Os Trapalhões, deixou o chinês Park -Ji Sung na cara do gol, fazendo com que o Manchester abrisse o marcador: 1×0 e todo o plano do Arsenal tinha ido para o vinagre. A partir de então, foi um passeio para o time de Cristiano Ronaldo, que marcou o segundo gol numa cobrança de falta bem batida, aliada a um vacilo de Almunia. 2×0 com 12 minutos de jogo, pânico e desolação no Emirates Stadium.
Meu amigo, foi o tipo de jogo em que torcedor nenhum seria mal-visto se tivesse ido embora ao fim do primeiro tempo. O Arsenal era um time completamente desorganizado em campo, visivelmente abatido pelos dois gols inesperados. Sem contar que precisava fazer agora 4 para se classificar.
Sem uma liderança em campo no time dos Gunners, foi fácil para o Manchester tomar conta da partida, e mais gols eram apenas questão de tempo. No segundo tempo veio o terceiro, num toque de Rooney para Cristiano Ronaldo.
Restava aos Gunners fazer o de honra para não ficar tão feio: penâlti bem batido por Van Persie, 3×1 no placar. Uma derrota acachapante.
E fica aqui a pergunta: quem para o Manchester United?


