VIDA LONGA AO REI!

Dico, nascido em Três Corações-MG, calça suas chuteiras e sai para fazer o que mais gosta: jogar futebol. Extremamente franzino, o garoto mostra-se íntimo da redonda, corre, dribla, chuta, cabeceia. Todos ao redor gostavam de ver o talento de Dico, logo ele estava sendo comentado e aplaudido por amigos e familiares, porém nenhum deles esperava que anos mais tarde, este mesmo menino seria aplaudido pelo mundo.

Dico virou um grande jogador, mas descreve-lo assim seria injusto por tudo que ele fez pelo esporte. Acharam melhor chama-lo de Rei, na verdade, Rei Pelé – O maior atleta de todos os tempos.

Quando falamos em futebol, logo nos vem a cabeça a figura de Pelé, sua genialidade representa o que de melhor se viu até hoje em termos futebolísticos. Uma vez perguntado sobre quem era o melhor jogador da gloriosa equipe santista da década de 60, Pepe, o canhão da Vila, disse que ele era o melhor de todos, o repórter atônito rebateu: ”Ora, mas e o Pelé?” e então Pepe finalizou: ”Pensei que você estivesse falando dos normais, o Pelé não conta, ele não é desse mundo”.

Realmente, todas suas conquistas pessoais, títulos à nível de clube e seleção e recordes históricos levam a crer que Pelé só pode mesmo ter vindo de outro planeta, aliás dizem que Pelé não nasceu, foi composto e Deus jogou a forma fora.

Em meio a tanta genialidade, certamente qualquer clube no mundo gostaria de ter revelado Pelé. Contudo, o privilégio coube ao Santos Futebol Clube. Aliás foi no clube do coração que o Rei partiu para o mundo e conquistou a maioria de seus títulos.

Foram 1.091 gols em 1.115 jogos, 45 títulos e muitos capítulos históricos que só clube santista tem o orgulho de registrar em sua história.

De fato, homenagear alguém da magnitude de Pelé nesse dia especial é uma responsabilidade e tanto. Portanto, o que me resta é simplesmente agradecer ao Rei por todos os serviços prestados ao Santos, ao Brasil e ao Mundo do Esporte.

Finalizo aqui com frases históricas que dispensam qualquer tipo de comentário. Vida longa ao rei!

“Como se soletra Pelé? D-E-U-S” — THE SUNDAY TIMES, jornal inglês.

“Após o quinto gol, eu queria era aplaudí-lo” — SIGGE PARLING, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé durante a final da Copa do Mundo de 1958.

“Muito prazer, eu sou Jimmy Carter, você não precisa se apresentar. Pelé todo o mundo conhece” — JIMMY CARTER, ex-presidente dos Estados Unidos.

“Se Pelé não tivesse nascido homem teria nascido bola. Até a bola pedia autógrafo para Pelé” — ARMANDO NOGUEIRA, jornalista 

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