SUPER PALHAÇADA DAS AMÉRICAS

O que tanto surpreende o público o completo fiasco que foi essa “Super Palhaçada das Américas” eu ainda não sei. Não entendo também porque ainda se dá tanta atenção a grupelhos de pessoas que para atender ao anseio mercantilista de poucos, destrói o trabalho e a paixão de muitos.

Um pseudo “super clássico” ditado por presenças limitadas aos atuantes dentro dos campeonatos das duas entidades envolvidas não pode ter nada de super. E não que Brasil e Argentina não sejam dignos da nomenclatura. Em outrora seria jogo para parar o planeta. Hoje serve como PDV.

Que futebol de seleções sempre foi usado como instrumento político, não é novidade. O governo da província de Resistência é aliado da presidenta Cristina Kirchner. Um lugar desprovido de estrutura mínima para receber um evento do tipo. O que não se deve permitir é que seja jogado pela lata do lixo todo o prestígio que ambas as instituições construíram em décadas de enorme trabalho prestado ao futebol.

Levar para Resistência foi coisa da Cristina, mas passou pelo crivo raso dos mandatários do futebol brasileiro.

O apagão foi sintomático. Apagam-se por ora os refletores. Apaga-se aos poucos, mas em ritmo cada vez mais acelerado, a aura sagrada que em outros tempos recobria a Amarelinha e também a Albiceleste.

O que antes eram motivos de orgulho, hoje são piadas que fazem o planeta bola gargalhar.


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