Cristiano Ronaldo é o melhor do mundo.

O gajo foi confirmado hoje, como o maior jogador da temporada. Na minha opinião, de forma indiscutível!

Não é a 1ª vez que me manifesto favoravelmente ao fato de Cristiano Ronaldo ser o melhor jogador do mundo. Inclusive já havia iniciado uma postagem com alguns números que apontam para isso. Mas caí na “besteira” de ler a coluna do Mauro Cezar da ESPN acerca do assunto e ví que abordar o tema, com maior propriedade que ele em sua postagem, seria tempo perdido.

Segue a coluna do cara que, para mim, é disparado um dos jornalistas esportivos mais completos do país.

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Números e fatos que mostram quem foi o melhor do mundo em 2008: o português Cristiano Ronaldo

Nesta segunda-feira, Cristiano Ronaldo deverá ser apontado o melhor jogador de 2008 na eleição da Fifa. É evidente que o desempenho na temporada 2007/2008 é o que justifica o provável prêmio. E não devemos confundir o mesmo com o momento vivido pelos jogadores na virada de 2008 para 2009, quando os votos já haviam sido computados há tempos.

Embora nos últimos meses o português não tenha sido sequer o melhor de seu time — Rooney vive fase superior —, ninguém atuou melhor do que o camisa 7 dos Red Devils no ano passado. A temporada foi dele, com 46 gols, sendo 42 pelo Manchester United e quatro com a camisola portuguesa.


Cristiano Ronaldo fez 31 tentos em 34 jogos dos quais participou na Premier League, da qual foi o principal goleador com essa incrível média próxima de um gol por cotejo. Sagrou-se, também, artilheiro da Liga dos Campeões, que conquistou, assim como o bicampeonato inglês.

Dos 87 pontos ganhos pelo campeão da última edição da liga do país, 54 vieram em 18 vitórias nas quais o gajo marcou pelo menos um gol. Em 16 bastariam os assinalados por ele para que o time saísse vencedor. Outros três pontinhos foram recolhidos nos empates em que Ronaldo foi às redes.

Ou seja, seus gols foram responsáveis por 62% dos pontos ganhos pelo Manchester United no campeonato 2007/2008. Sem falar em assistências, jogadas importantes, faltas sofridas que resultaram em lances perigosos e cartões para adversários, etc.

Há quem diga que ele “desaparece” em partidas mais difíceis. Os números acima já destroçam tal tese, afinal, deixam evidente a fundamental participação do astro português na maioria das vitórias da equipe.

De qualquer forma, vale lembrar que Cristiano Ronaldo fez o segundo gol nos 3 a 0 sobre o Liverpool em Old Trafford, marcou uma vez nos 2 a 2 com o Arsenal em Londres e outro nos 2 a 1 em cima dos Gunners em Manchester.

Atuou apenas por 27 minutos na derrota ante o Chelsea em Stamford Bridge, quando não marcou, mas deixou o seu na final da Champions League diante dos Blues. Batedor de penalidades máximas, poderia ter feito mais um sobre o time londrino na vitória por 2 a 0 em casa, mas permitiu que Saha cobrasse, no instante final, o pênalti que o próprio francês sofrera.

Argumentos (?) toscos como “ele é marrento”, dirige mal (tanto que aniquilou a Ferrari no túnel), “o cara é mascarado” ou “é presepeiro” não podem ser considerados numa avaliação séria. É algo típico dos “brasileirinhos” absolutamente incapazes de enxergar talento em quem não veste verde-amarelo. Gente que mal vê a bola que rola pelo mundo.

Aos que se enquadram nesse grupo pseudo-patriota, peço, desde já, que nos poupem de alegações como “jogou mal no amistoso Brasil x Portugal”. Estou me referindo a desafios de verdade, sérios, que valem alguma coisa. E é evidente que eventos político-desportivos como aquele no famigerado Bezerrão não entram nessa lista.

Daqui a 10 ou 20 anos, talvez a história aponte Messi, Kaká ou algum outro craque como o maior da geração que hoje domina o futebol. Pode ser. Mas o fato é claro: Cristiano Ronaldo foi o maior jogador do planeta entre 2007 e 2008. Queiram ou não.

Fonte: http://blogs.espn.com.br/maurocezarpereira/

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Inseri outros argumentos dentro dos “comentários”.


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